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A SECA DA AMAZONAS

A Amazônia vive hoje a pior estiagem dos últimos 50 anos
São mais de 250 mil pessoas atingidas nos estados do Amazonas e do Pará.
Cautelosos, cientistas e pesquisadores falam na possibilidade de que o aumento do calor no planeta, provocado pela emissão de gases de efeito estufa tenha começado a potencializar eventos climáticos extremos, mas avaliam que ainda não é possível estabelecer uma relação direta com o aquecimento global.
"No oeste da Amazônia, no Acre, por exemplo, pelo menos pelos registros mais confiáveis que temos, esta é a seca mais forte em 50 anos. Já o rio Negro na região de Manaus, esteve tão baixo apenas quatro ou cinco vezes em 102 anos de registros", avalia o pesquisador Carlos Artur Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ele explica que a causa principal do fenômeno seria um aumento entre um e dois graus das águas do Atlântico, ao norte da América do Sul, o que acarretaria uma grande concentração de chuvas nesta região. O resultado seria um movimento descendente do ar em regiões próximas, como a Amazônia, e, conseqüentemente, a diminuição da formação de nuvens.
"O que aconteceu agora é mais ou menos o que está previsto pelos modelos climáticos. Daí a tentativa de associar esses episódios com as mudanças climáticas. Mas não há comprovação”, avalia Moutinho. Ele considera que, no mínimo, a seca que está ocorrendo na Amazônia é um indício bastante forte e um alerta para o problema do aquecimento global. O pesquisador lembra que, hoje, há 30% mais gás carbônico na atmosfera, o principal causador do efeito estufa, do que existia antes da Revolução Industrial, no século XVIII. Nos últimos cem anos, a temperatura média da Terra aumentou em 1 grau centígrado, o suficiente para causar várias alterações no clima.

Escrito por luis às 14h53
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Escrito por luis às 15h52
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A bacia Amazônica estende-se por 3.889.489,6 km2, representando um quinto de toda a reserva de água doce do planeta. Seus rios estão condicionados ao regime das chuvas e constituem praticamente as únicas vias de transporte dos habitantes locais. Existem mais de 20 mil km de vias fluviais navegáveis, ligando comunidades distantes na região. O rio Amazonas é o segundo mais extenso do planeta e o primeiro em volume de água (100.000 m3). Nasce no planalto de La Raya, no Peru, com o nome de Vilcanota, passando a se chamar Solimões quando entra em território brasileiro.


Escrito por luis às 15h19
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Comentarios sobre a figura da missoes

Escrito por luis às 15h01
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Em atitude pioneira, em 1983, o Brasil propôs o reconhecimento das Ruínas de São Miguel como Patrimônio Cultural da Humanidade. Como decorrência, elaborou-se uma proposta mais abrangente, englobando as principais Missões Jesuíticas na América. Foram então inscritos em 1985, os seguintes remanescentes missioneiros, sob o critério (iv), dada a sua importância testemunhal, sobretudo no que concerne à forma de organização social e de ocupação do território sul-americano: na Argentina, San Ignácio Mini, Santa Ana, Nuestra Señora de Loreto e Santa Maria Mayor; no Brasil, no Estado do Rio Grande do Sul, as Ruínas de São Miguel. Posteriormente, em 1990, na Bolívia, Chiquitos. E, em 1993, as Missões de Trinidad e de Jesus, no Paraguai. Mapa

RUÍNAS DO NOVO MUNDO

No Brasil, as Ruínas de São Miguel, uma das mais antigas missões dos Sete Povos no Rio Grande do Sul, vieram a ser o primeiro sítio tombado pelo então criado SPHAN (1937), atual IPHAN, constituindo-se naquela ocasião símbolo de agregação territorial, união nacional e identidade do povo gaúcho.

Em 1983, esse conjunto, único exemplar completo de torre e frontaria remanescente dos povos jesuítico-guaranis localizados no Brasil, na Argentina e no Paraguai, foi aprovado como um “testemunho do nascimento de um novo mundo, gerado pela expansão européia do século XVII e pela ação civilizadora jesuítica. (...) Este monumento não é apenas parte da história deste país, mas marco importante na história mundial” .

“As ruínas da Igreja do Povo de São Miguel, em meio aos restos de paredes, de fundações e de pavimentações das demais construções, casas dos padres, oficinas, colégio, cemitério, casa dos índios, constituem vestígios notáveis da primeira civilização que se implantou no trópico e que se destacou na fase missionária de colonização dos povos da América Ibérica por suas características sociais, econômicas, culturais e religiosas”. .


AÇÃO MISSIONEIRA

A “terra da paz”, antes da chegada dos jesuítas, estabelecia regras que faziam do trabalho um prazer: os índios não armazenavam, não vendiam, apenas trocavam produtos. Compartilhando, como uma só família, gente, natureza e animais, nada possuíam, lembrando o reino celeste prometido pelo cristianismo. Não havia governo: palavra e tradição regiam as comunidades, que, apenas em determinadas ocasiões, elegiam os tubichás, para que as comandassem. Foi essa ausência de comando que possibilitou aos jesuítas, sob as leis de Felipe II, rei da Espanha, dominar nações pacíficas que não possuíam a cobiça característica das sociedades divididas entre ricos e pobres.
Aos 170 anos de poder teocrático na república guarani deixaram como legado uma língua nativa oficial no Paraguai, única na América Espanhola. No desenvolvimento técnico, a fundição de ferro e o uso da terra para o plantio; no arqueológico, vestígios de ruínas de imensos templos e cidades utópicas. Das artes musicais quase nada restou, a não ser relatos da construção de instrumentos e constituição de orquestras. Com respeito às artes plásticas, como pinturas e ornamentos, conservou-se somente um número reduzido de imaginária, que, acredita-se, naquele período eram cerca de 1.000 peças, restando hoje 45 no Museu das Missões, projetado por Lúcio Costa, e 127 espalhadas por todo o Estado do Rio Grande do Sul.

Nas reduções, os objetivos principais da Companhia de Jesus eram a doutrina e a catequese, bem como a vida comunitária. O programa das edificações deveria satisfazer as necessidades de uma comunidade com vida autônoma e organização socioeconômica quase auto-suficiente, dimensionada para abrigar de 4.000 a 5.000 almas – meta que, quando atingida, levava à criação de outra redução e assim progressivamente, como determina a Coroa Espanhola, ao tomar posse da terra. No burgo, os blocos de edifícios eram construídos paralelamente aos primeiros, surgindo dessa forma entre eles, numerosas ruas, todas em esquadro à moda espanhola.







Escrito por luis às 14h53
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comentaríos neste trabalho colocamos figuras e curiosidades sobre a america do sul.
queremos que voce participe e de seu comentarío e sua nota obrigado.

Escrito por luis às 15h58
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Escrito por luis às 15h34
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Escrito por luis às 15h33
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Escrito por luis às 15h24
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